Reality star, Danyel Marinho supera rótulos com inteligência

By | 6th September 2017

Nascer bonito, rico e morar na orla carioca seria um sonho dourado para qualquer um. Melhor ainda se tiver o status de influenciador digital.

Danyel Marinho critica quem rotula alguém baseado apenas na aparência

Danyel Marinho critica quem rotula alguém baseado apenas na aparência

Foto: Divulgação / Blog Sala de TV

Mas essa vida tão idealizada está impregnada de ilusões. O reality show ‘Alto Leblon’, criado por Rodrigo Ponichi e exibido no canal ‘E!’, ressalta isso ao mostrar a realidade de cinco celebridades da web.

Por maior que seja o glamour, ninguém vive em estilo hollywoodiano 24 horas por dia. Prova disso é a rotina de Danyel Marinho, um dos participantes da atração.

O ator em selfie e com os colegas do programa ‘Alto Leblon’

O ator em selfie e com os colegas do programa ‘Alto Leblon’

Foto: Reprodução/Instagram @danimarinhoz e Divulgação/Canal E! / Blog Sala de TV

Ele cumpre uma carga de trabalho conflitante com o que seria o cotidiano de um playboy típico. Em entrevista ao blog, o reality star surpreende pela clareza de ideias ao comentar estereótipos, preconceitos e a carreira na TV.


Quase toda pessoa que participa de reality show fica negativamente estigmatizada. Não teve medo de ‘queimar’ sua imagem?

Não! O programa foi uma porta que se abriu na minha frente e eu decidi entrar confiante em mim e no meu destino. Nas gravações de ‘Alto Leblon’, busquei ser eu mesmo o tempo todo. No final do dia, estamos todos na nossa jornada individual e ninguém pode viver nossas vidas pela gente.


Há uma teoria de que, no Brasil, as pessoas bonitas e com sucesso são alvo de intolerância, como se tivessem que pagar um preço alto pela vida privilegiada. Já sentiu essa pressão?

Ainda tenho muitas coisas a conquistar antes de me considerar bem-sucedido. Nunca senti esse preconceito na pele. Muito pelo contrário. Sinto amor pelas pessoas e tenho vontade de interagir, aprender e trocar experiências com todos. Acho que ao longo da minha vida, as pessoas sempre sentiram isso em mim e geralmente são receptivas e carinhosas comigo.


O rótulo ‘playboy da zona sul carioca’ o incomoda?

Zero incomoda! Acho até engraçado e divertido por um lado. É fácil olhar pra mim e me chamar de playboy, mas quem me conhece sabe que eu me esforço muito! Muito mesmo. As pessoas são rápidas para rotular as outras. Eu me considero um cara paradoxal. Tenho hobbies e hábitos e frequento universos que, na teoria, são conflitantes. Sou jovem de espírito, porém ciente das responsabilidades e com grandes expectativas e ambições.


Você tem formação em teatro e agora estreia na TV. Sonha ser galã na Globo?

Ser galã ou não, pouco importa. O importante é fazer o que se gosta, pegar personagens desafiadores e inspiradores. A gente vê numa novela como ‘A Força do Querer’ a importância de personagens como a Ivana (Carol Duarte) ou até mesmo a Bibi (Juliana Paes). Elas conquistaram o público com seus dramas, despertando empatia ao contar histórias reais do dia a dia das pessoas. Isso é o que me fascina no ofício. Você viver diferentes vidas, sabe? Trabalhar na TV, seja na Globo, Record ou SBT, é um sonho! Pode ser que ainda me vejam fazendo novela, sim.


Aos 26 anos, já comanda alguns negócios. Como administra o lado empresarial?

Meu pai (Paulo Marinho) é empresário e meu grande herói e maior exemplo! Eu o acompanho profissionalmente desde cedo. Além de um enorme prazer em vê-lo trabalhar, isso me trouxe muita bagagem. Hoje em dia, tenho a honra de trabalhar ao lado dele em duas empresas e não poderia estar mais realizado. O mundo dos negócios me excita de verdade e dá a oportunidade de conviver com pessoas que batalharam para conquistar algo na vida, que já chegaram a algum lugar e fizeram seu nome com esforço e competência. Apesar das responsabilidades diárias, me considero um aprendiz. Estou sempre buscando observar para me espelhar nos exemplos ao meu redor.


O que aprendeu ao atuar em sociedade com o mítico empresário do entretenimento Ricardo Amaral?

Me faltam palavras para descrevê-lo. Chamar ele de monstro, gênio e ídolo seria pouco. O melhor de tudo é que hoje posso chamá-lo de amigo e mentor. Juro que me impressiono diariamente com ele! O pique que esse homem tem, aos 75 anos, é de tirar o chapéu e deveria servir de exemplo para todos! Repito: exemplo para todos. A forma que ele torna viável um negócio até então impossível, faz eu perceber que ainda tenho muito a chão a percorrer. Com ele, aprendi que a vida é uma festa, e que tudo é possível pra quem pensa grande.


Pingue-pongue:

Uma referência de beleza feminina: “Tenho muitas fases. Gosto de rostos delicados, porém não óbvios. Nesse momento eu viajo na beleza da (top model) Luma Grothe”.

Homem famoso que admira: “Conor McGregor (lutador de MMA). Impressionante onde ele chegou acreditando em si mesmo”.

Um sonho já realizado: “Trabalhar lado a lado com meu pai”.

Sonho que ainda quer concretizar: “Ajudar minha família da mesma forma que eles me ajudaram”.

O que assiste na TV: “Sou muito mais do computador do que da televisão. Assisto a esportes e séries. Ultimamente, tenho acompanhado ‘Game of Thrones’, ‘Westworld’, ‘Gotham’ e ‘Ballers’”.

Com qual atriz gostaria de formar par romântico numa novela: “Admiro muito o talento e o trabalho da Deborah Secco. Tenho certeza que, com a bagagem que ela tem, seria uma ótima companheira de cena”.

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