Órfão de Game of Thrones? Separamos cinco séries que você pode gostar

By | 30th August 2017

Season finale foi o mais longo episódio da série com 79 min (Foto: Macall B. Polay / HBO)

O episódio final da sétima temporada de Game of Thrones foi ao ar nesse domingo, 27, com grande repercussão nas redes sociais. Foram 2,9 milhões de tweets no mundo inteiro durante pouco mais de seis horas: das 20h às 2h25min. O episódio reuniu os fãs ao redor do mundo para descobrir como os arcos da temporada se encerrariam, incluindo o núcleo que envolve Mindinho (Aidan Gillen), Sansa (Sophie Turner) e Arya Stark (Maisie Williams) e a relação entre Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke).

Inspirada nas Crônicas de Gelo e Fogo, livros escritos por George R. R. Martin, a série da HBO criada por David Benioff e D.B. Weiss é o atual carro-chefe da casa, sobrevivendo até mesmo às ondas de “vazamentos” e ataques de hackers. O finale registrou uma marca histórica de 12,1 milhões de espectadores durante a exibição na TV. O número, somado a quem viu o episódio via streaming, cresce para 16,5 milhões. O episódio “The Dragon and the Wolf”, que encerrou a temporada, é também o maior até agora, com 79 min.

Com apenas sete episódios, três a menos do que a série apresenta anualmente, GOT vai deixar muitos fãs órfãos, retornando apenas em 2019 para sua última temporada. Pensando nisso, o blog Cinema às 8 resolveu indicar algumas séries atuais que, se não representam a mesma importância que GOT para a TV, têm deixado sua marca. Veja a lista!

Narcos (Netflix)

A primeira dica é uma estreia que já está quase batendo à porta. Narcos retorna para sua terceira temporada completa na Netflix no próximo dia 1º. Após a morte de Pablo Escobar, interpretado pelo brasileiro Wagner Moura, os olhares do órgão de repressão a narcóticos Drug Enforcement Administration (DEA) se voltam para uma das mais ricas organizações de tráfico de drogas do mundo: a Cali Cartel. Marcada na história recente, a morte do protagonista exigiu que o próprio showrunner da série, Eric Newman, explicasse para o Holywood Reporter que o plano sempre foi mostrar trabalhar a guerra às drogas, e não um personagem específico.

Westworld (HBO)

Com o fim de Game of Thrones se aproximando, a HBO precisou encontrar seu próximo grande show. Em outubro do ano passado, a emissora parece ter encontrado a resposta. Westworld foi desenvolvida por Jonathan Nolan, JJ Abrams e Lisa Joy, e também conta com um brasileiro no elenco: Rodrigo Santoro. Além dele, Anthony Hopkins, Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright e Thandie Newton entregam performances de encher os olhos. Westworld conta a história do nascimento da consciência artificial dentro de um mundo onde qualquer desejo humano, não importa quão nobre ou depravado, é tolerável. A segunda temporada está prevista para estrear no ano que vem.

The Handmaid’s Tales (Hulu)

Concorrente direta da Netflix, a Hulu tem intensificado seu trabalho em produções originais nos últimos anos. 11.22.63, adaptação do livro “Novembro de 63”, de Stephen King, e The Mindy Project, resgatada da TV aberta, são dois dos títulos mais populares. Mas foi com The Handmaid’s Tales que a Hulu mostrou sua relevância. A primeira temporada teve nada menos que 13 indicações ao Emmy deste ano. Baseada no livro “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, a distopia aborda a queda das taxas de fertilidade devido à poluição e ao crescimento de doenças sexualmente transmissíveis. Para as mulheres ainda férteis, sobra o destino de dar continuidade a população do mundo servindo a um patriarcado.

Vikings (History)

Criada por Michael Hirst, a mente por trás de The Tudors, Vikings acompanha a jornada do Ragnar Lothbrok, interpretado por Travis Fimmel. Baseada no guerreiro viking, a série narra sua trajetória na região da Escandinávia do século IX e a relação com os filhos, que ganham mais importância na trama a medida que o show se desenvolve. Com cenas de combate tão bem realizadas e muita, mas muita violência gráfica, a série tem um custo altíssimo, assim como GOT. Vikings retorna no dia 29 de novembro nos Estados Unidos, ainda sem previsão no Brasil.

Twin Peaks (Showtime / Netflix)

Antes de The X-Files e Sopranos, grandes clássicos da dramaturgia estadunidense, o mundo se deparou com uma pergunta que mudou os rumos da TV: “Quem matou Laura Palmer?”. 27 anos, 30 episódios e um revival (some 18 episódios) depois, Twin Peaks ficou marcada como uma das mais importantes séries já produzidas. Tramas sobre investigação e programas que geram teorias na Internet se tornaram cada vez mais comuns, mas talvez nenhuma tenha mobilizado o público da mesma forma quanto a produção originalmente exibida pela ABC entre 1990 e 1991. Criada por Mark Frost e David Lynch, Twin Peaks mostrou a importância de trabalhar linhas narrativas não convencionais. O retorno pelo canal a cabo Showtime, e que contará com 18 episódios, é distribuído no Brasil pela gigante do streaming Netflix.

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