o que houve no episódio ‘The Queen’s Justice’? A Gambiarra

By | 1st August 2017

Ontem foi ao ar o terceiro episódio da sétima temporada de Game of ThronesThe Queen’s Justice (A Justiça da Rainha). Se você perdeu e não se importa com spoilers, ou simplesmente gosta de ficar lendo sobre a série, vem comigo!


Atenção: esse post contém SPOILERS.


Como esperado, The Queen’s Justice foi focado em Cersei Lannister (Lena Headey). A Rainha que nós mais amamos odiar começou com tudo, aproveitando o  presentinho que ganhou de Euron Greyjoy (Johan Philip Asbæk). Euron, num cortejo esquisito, entregou à Cersei o que ela mais queria: vingança, na forma de Ellaria Sand (Indira Varma) e sua filha Tyene (Rosabell Laurenti Sellers), a única restante das Serpentes da Areia.

Cersei se vingou pagando na mesma moeda: envenenou Tyene, para que Ellaria a visse morrer lentamente. Além disso, falou a Euron que se casará com ele quando a guerra for ganha. Algo improvável, uma vez que a Rainha se posiciona contra ser tratada como um prêmio de casamento. Enquanto Euron acreditar na promessa, ele deverá se manter como aliado.


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E que aliado! Além de ter destruído praticamente toda a frota de Yara/Asha e entregado nas mãos de Cersei sua vingança, Euron arruinou o restante da frota de Daenerys (Emilia Clarke) em The Queen’s Justice. Enquanto os Imaculados atacavam Rochedo Casterly, as forças Lannister se direcionavam para um ponto muito mais estratégico: Jardim de Cima. A sede dos Tyrell tem muitas provisões, provavelmente mais do que o Rochedo, e com certeza bem mais que Porto Real. Quando os Imaculados perceberam que era uma emboscada, era tarde demais. Euron tinha queimado todos os navios.

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Por mais que Euron nunca vá admitir, isso tem dedo de Jaime Lannister (Nikolaj Coster Waldau). Euron provoca Jaime especialmente no que diz respeito à Cersei, mas também de abordagem militar. Apesar da mão dourada, Jaime sempre foi um excelente militar, inclusive nos estratagemas. Ao tomar Jardim de Cima, ele estabilizou as coisas um pouco para à Coroa. Entretanto, privou Cersei de uma vingança, ao permitir que Olenna (Diana Rigg) tivesse uma morte rápida e indolor, para só depois confessar que foi a responsável pela morte de Joffrey. Que mulher!

Daenerys em desvantagem

Do outro lado de Game of Thrones, Daenerys está em desvantagem. Os Tyrell apoiam a Coroa, Dorne não tem líderes, Rochedo Casterly não é uma fortaleza importante e ela não tem navios. Atacar Porto Real por terra demoraria dias, além de não ser a mais brilhante das ideias, já que a cidade pode resistir ao cerco. Na melhor das hipóteses, a khaleesi terá o apoio de Jon Snow (Kit Harrington). O caminho será longo para conseguir o apoio do Rei do Norte. Primeiro, porque ele prioriza, com razão, a guerra contra o Rei da Noite. Segundo, porque assim que ele descobrir sua ascendência Targaryen, é mais difícil que ele jure vassalagem.

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Apesar disso, a HBO tenta forçar o casal mais sem-sal desde Harry e Gina. Alguém precisa avisar à produção de Game of Thrones que de romance entre parentes já basta os Lannister. #digaNÃOaJonerys

No norte, Sansa (Sophie Turner) comanda. E como muito bem pontuou Lorde Baelish (Aidan Gillen), ela é boa nisso. E mais importante, Sansa gosta disso. Será que ela se contentará em apenas seguir Jon? E claro, ela teve que lidar com a chegada de Bran (Isaac Hempstead-Wright). Ele mudou muito: não é o irmãozinho mais novo e sapeca que ela conhecia, e sim um rapaz que só diz coisas misteriosas, e, por vezes, doloridas. Quando Arya (Maisie Williams) voltar à Winterfell, talvez seja mais fácil: ambas mudaram muito, mas agora outra coisa as une, além do sangue: o ódio à Cersei.

Será que isso vai facilitar a aliança entre os Stark e os Targaryen?

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