O que aconteceu no episódio de estreia de “Game of Thrones” | EXAME.com

By | 17th July 2017

“Dragonstone” (“Pedra do Dragão”), primeiro episódio da 7ª temporada de “Game of Thrones” (GoT), o 61° de toda a história da série da HBO, foi ao ar na noite de domingo (16). Veja abaixo alguns dos pontos principais da estreia. Mas, antes, o inevitável alerta de SPOILERS:

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Mais de um ano depois do final da 6ª temporada, fãs de GoT finalmente viram a estreia da 7ª em um episódio que começou com muita força. (Se você não conseguiu assistir na noite de domingo, veja aqui os detalhes das reprises)

A história parte de um dos pontos altos da última temporada e que foi o assassinato de Walder Frey por Arya. Os primeiros minutos foram suficientes para bagunçar a cabeça do espectador, já que não estava claro se o que se via era um flashback. Aos poucos, no entanto, fica claro que se tratava de um novo massacre na residência do algoz dos Stark.

Frey reunia todos os nomes do seu clã em um banquete. Mas a sensação de que algo de errado está acontecendo se torna inevitável e a conclusão não poderia ter sido mais impressionante: todos os convidados são envenenados pelo próprio patriarca, que então remove sua máscara e revela ser Arya. “O Norte lembra”, diz ela triunfante.

Pulando para Winterfell, Jon começa a estruturar a defesa do Norte, pedindo que todos tentem descobrir mais informações sobre o vidro de dragão, algo que será essencial contra os White Walkers.

Ele ainda toma a decisão polêmica de não penalizar os herdeiros das casas traidoras na batalha dos bastardos, o que traz um grande desconforto com Sansa. A situação fica ainda mais tensa quando vemos Littlefinger observando com atenção tudo o que se passa.

Ainda nessa reunião, o destaque ficou com Lady Mormont, que novamente assumiu os holofotes das discussões estratégicas ao contestar seus pares e deixar claro que todos nas Ilha dos Ursos (homens, mulheres, meninos e MENINAS) serão treinados para guerra. You go, girl!

Vamos agora para King’s landing, onde Cersei ensaia uma aliança com Euron Greyjoy, apesar dos alertas de Jaime. Por enquanto, nada foi selado, mas, considerando os inimigos que a Casa Lannister agora coleciona, essa talvez seja a melhor aposta para a sobrevivência. E será que Euron é confiável? Suspeitamos que todos sabemos a resposta para essa pergunta.

Já na Cidadela, Sam continua tentando se tornar um meister, realizando tarefas mundanas e nada agradáveis. Esperto, conseguiu entrar na área da biblioteca reservada aos meisters e apurou uma informação valiosa: há uma quantidade razoável de vidro de dragão no castelo de Dragonstone.

Ele logo diz que irá avisar Jon de sua descoberta, mas é cedo para comemorar qualquer desdobramento positivo, já que temos que lembrar que Daenerys e sua trupe logo vão se estabelecer nesse lugar. Aqui temos um ponto importantíssimo no desenrolar dessa temporada, já que ninguém sabe ainda qual será a natureza da relação entre Jon e a mãe dos dragões. Amigos ou inimigos, impossível cravar.

O episódio termina justamente em Dragonstone. Depois de tantas temporadas, finalmente vemos Dany desembarcando em sua casa. As cenas finais são espetaculares e não é preciso nenhum dialogo para entender o significado do que acaba de acontecer. Ao entrar no castelo onde nasceu, ela se depara com um mapa de Westeros e diz: “Podemos começar? ”

No geral, foi um bom episódio, com acontecimentos relevantes, embora tenha perdido o ritmo e amornado logo a partir da revelação da Arya. Justiça seja feita: nem sempre temos momentos como a volta de Jon Snow para segurar a tensão em uma estreia. Além disso, a sua missão era a de mostrar como a junção das peças desse quebra-cabeça está próxima de ser concluída. E isso “Dragonstone” fez bem.

 

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