Game of Thrones | Roteirista explica cinco momentos importantes do quinto episódio

By | 14th August 2017

SPOILERS DO QUINTO EPISÓDIO DA SÉTIMA TEMPORADA DE GAME OF THRONES!

Para variar, o quinto episódio de Game of Thrones, “Eastwatch”, jogou um monte de coisa na nossa cara e ainda deixou um gostinho de quero mais. Felizmente, o roteirista Dave Hill decidiu compartilhar alguns detalhes, comentando para o Entertainment Weekly cinco dos principais momentos do capítulo que foi ao ar neste domingo (13).

Sobre Dany executando os Tarlys:

Pelo menos Dany deu a eles uma escolha. Todo conquistador oferece a escolha de ‘ajoelhe ou morra’. Estes lordes a desobedeceram e a desrespeitaram em rebelião contra a rainha por direito. Então ela dá a eles uma forma de escapar e eles não aceitam. A oferta dela nem foi ‘eu vou deixar você viver’. Eles poderiam ter mantido seus títulos e terras. Então, sim, de certa forma é uma morte horrível. Por outro lado, eles meio que pediram por isso. É uma situação onde só há o que ganhar e mesmo assim eles encontraram uma ‘perda’ nisso.

Sobre as consequências da batalha de Jamie:

Jaime percebe com a ajuda de Bronn que eles não vão vencer – e agora ele precisa convencer Cersei. Os Lannisters têm feito ataques surpresas – os nascidos do Ferro surpreendendo a frota de Dany, a surpresa do Jardim de Cima, a armadilha do Rochedo Casterly. Essa foi a primeira vez deles enfrentando Dany no campo aberto e eles foram derrotados facilmente e isso não é algo que ele tenha visto antes. Mas por mais difícil que seja lidar com Dany e seus dragões, é muito mais difícil lidar com Cersei.

Sobre Dany permitindo que Jon vá em sua missão:

Uma vez que eles descobrem que o Exército dos Mortos está marchando, é hora de levantar e calar a boca. Ela sabe que ele é honesto – e honesto excessivamente. Ela viu a caverna. Ela não pode continuar a guerra e ainda tem os Sete Reinos para comandar depois que a guerra acabar. Jon não vai enviar outros em uma missão mortal que ele mesmo não faria. Ela se acostumou em ter o tecnicamente rebelde Rei do Norte a aconselhando. Os dois, de certa forma, são farinha do mesmo saco – ambos são idealistas. Ambos se preocupam com as pessoas que governam, o que faz deles únicos em Westeros. E os dois sentem o mesmo peso da coroa. Tudo isso a atrai para ele. Ele tem um bom coração e aceitaria ‘quebrar a roda’ com ela.

Sobre a reunião de Tyrion e Jaime:

Para começar uma cena de total antagonismo e ódio, chegue a um ponto em que é vagamente no mesmo lado… A chave é que Jaime sabe que Tyrion está falando a verdade. Ele pode não acreditar no Exército dos Mortos – e, de fato, ele não acredita – mas Tyrion acredita e pensa na possibilidade de uma trégua. Isso é válido de explorar porque a outra possibilidade é a morte.

Sobre trazer Gendry de volta:

Sempre esperávamos trazer Gendry de volta desde que o vimos indo embora. Nós quase o trouxemos de volta na sexta temporada e não deu certo. Nós definitivamente queríamos vê-lo para a grande missão, queríamos o filho bastardo de Robert Baratheon de volta no programa. Faz sentido que Davos iria querer salvar este garoto que é como um filho adotivo. E Joe [Dempsie] é ótimo, o que é sempre positivo.

Hill também falou sobre o quarto episódio, “The Spoils of War”, sobre a cena com Arya e Brienne:

A diferença de altura serve nosso propósito na cena. Brienne acha que vai ser uma luta de um lado só e Arya rapidamente prova que ela não é uma donzela. Começou a chover e ter toda a coreografia na chuva enquanto as atrizes balançam as espadas é um pouco perigoso. Acabou sendo muito bom e foi empolgante escrever, porque estas duas personagens nós vimos apenas brevemente juntas na quarta temporada. E aquele desejo humano natural: quem é melhor? Quem ganharia numa luta?

HBO exibe Game of Thrones aos domingos, 22h do horário de Brasília.

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