Game of Thrones | Como foi criada a abertura da série | Notícia

By | 22nd July 2017

Enquanto a penúltima temporada de Game of Thrones aumenta a audiência da HBO e faz ferver debates no facebook (entre eles a discussão sobre a escolha de Ed Sheeran para ser um dos soldados dos Lannisters), Rob Feng, criador da abertura da série capa & espada de maior adesão da TV em décadas a fio aumenta a adesão do público carioca ao Anima Mundi, cuja 25ª edição segue pelo Rio de Janeiro até domingo.

Ficou para o encerramento, dia 23, às 14h, no Odeon, a projeção de um dos sucessos mais recentes de Feng (fora do universo GoT): o desenho Rock Dog: No Faro do Sucesso, do qual foi produtor. Sexta ele conversou com o público do CCBB RJ sobre sua arte. De lá, ele parte para terras paulistas, para o Anima Mundi SP, para falar sobre o design dos créditos iniciais do mundo de George R. R. Martin.

Nesta quarta-feira, 26 de julho, Feng ministra um masterclass em São Paulo, a partir das 10h no Senac São Paulo (Rua Doutor Vila Nova, 228). 

Como você define o cult em torno de Game of Thrones?

O universo que George R. R. Martin esculpiu é tão rico de detalhes e tão repleto de personagens tridimensionais que transcende fórmulas de gênero. Quando o estúdio Elastic me convocou para desenhar os créditos de abertura, não tínhamos ideia do fenômeno que tínhamos à nossa frente. Embora a fantasia esteja na medula da série, ela não é seu foco. Existem camadas diversas, inclusive em termos de sofisticação visual, que garantem mais profundidade humana àquela história“.

 Como foi o processo de criação da abertura do seriado?

“Tivemos a sorte de ter disposto de tempo para trabalhar. Quando eu entrei no processo, as discussões sobre a abertura já haviam começado. Como os diretores da série nos trouxeram para a criação do projeto ainda muito cedo, o trabalho foi muito colaborativo, com longos hiatos que gastamos investindo em pesquisa. Meu parceiro Angus Wall tem uma longa história com a HBO, desenhando títulos, o que garantiu a todos nós muito crédito de confiança. Foi muito divertido ter um espaço seguro para criar”. 

Entre os títulos de maior sucesso do Anima Mundi deste ano destacam-se o longa venezuelano Pequeños Heroes e curtas da portuguesa Joana Toste (A Gruta de Darwin) e do argentino Juan Pablo Zaramella (Onión). 

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