GAME OF THRONES | A série mais premiada da história do Emmy – Nerdtrip

By | 16th September 2017

Poucas séries chegam ao final sem ter problemas. Por mais que a idéia seja boa, hoje pela diversidade de assuntos (culpe-se a internet, a tv e todo o senso de imediatismo de hoje em dia), Grimm (idem, Universal, 2011), apesar de ser uma série old school (mocinhas e vilões mais ou menos definidos) também teve seus dias.

A idéia da série foi criativa, quase original. Pegar os monstros dos contos de fadas (em geral os das histórias das Fábulas de Esopo dos…Irmãos Grimm). Mas sem cair no sentimentalismo imposto pela Disney a essas criaturas (dando à série um revés mais europeu, mais de raiz mesmo), e pô-los em um ambiente realista (com crimes) e deixar pra tomar conta desse galinheiro um policial que tivesse a habilidade de observá-las e identificá-las na sua forma humana (um grimm, daí o título da série).

Aos poucos fomos nos acostumando com uma história aparentemente simples, mas com várias camadas a discutir. A trajetória do detetive de polícia de Portland Nick Burkhardt (David Giuntoli) e sua esposa Juliette (Bitsie Tulloch) que acaba sendo arrastada para esse mundo que o marido convive e muitas vezes combate, o dos Wesen, nome dado as criaturas muitas vezes de origens mitológicas, que vivem escondidos entre nós. Para ajudá-lo Nick conta com os amigos Hank Griffin e Drew Wu (Russell Hornsby e Reggie Lee ), agentes do mesmo distrito, onde ocorrem os problemas e Eddie Monroe (Silas Weir Mitchell, pra mim o pilar da série), um “Blutbad” (algo como Lobo Mau) regenerado, que vive em paz em uma cabana na floresta, e ajuda como “consultor” das criaturas que aparecem.

O fim se aproxima

A partir daí o enredo da série se desenrola, com perseguições, assassinatos, intrigas, transformações (Juliette acaba por se tornar uma Wessen), traições, organizações secretas…rola de tudo. Mantendo um ritmo legal como poucas séries atuais conseguiram, Grimm conseguiu cair no gosto do público (se tornando além de cult, uma série popular). Depois de seis boas temporadas finalmente a série chega ao seu final, aparando algumas pontas soltas (o romance trágico de Nick e Juliette, a reviravolta final de Adalind, uma Hexenbiest, que começou como uma das vilãs do seriado, e Renard, chefe de Nick, Wesen e um dos coringas da série que se juntam ao grupo) e trazendo como todos imaginavam, um grande inimigo.

Grimm bebe claramente em séries como Arquivo X, Millenium (sem entrar na paranóia) mas traz sua própria mitologia com seres próprios, mesmo investindo na fórmula do “monstro da semana”, que várias outras já utilizaram. Termina seus trabalhos com aquele gosto de dever cumprido, e quem sabe abre um novo leque para a produtora Universal para uma série futura, ou um spin off talvez. O futuro dirá.

Como curiosidade final, o protagonista David Giuntoli se casou há pouco tempo com Bitsie Tulloch, sua companheira na série. O casamento aconteceu em junho após um noivado de um ano, em Montana, nos Estados Unidos. Para quem quiser acompanhar o último episódio, a série passa no Universal Channel, na TV paga, toda segunda as 22h.

 

Fonte: GRIMMBR

 

 

 

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