Belíssima, Isis Valverde estampa capa de revista

By | 11th September 2017


Isis Valverde estampa a capa da revista Joyce Pascowitch, pela quarta vez. Desta vez, a atriz mostra seu lado mais cabeça, contando sobre os 12 anos de aulas particulares de filosofia, a atual política do País, o medo da morte – tema central do filme Malasartes e o Duelo com a Morte, que está em cartaz – a chegada dos 30 e sobre o livro que deverá lançar. Inspirado por um lado mais cool e misterioso, a atriz foi fotografada por Maurício Nahas.


A atriz que atualmente está em A Força do Querer como Ritinha, contou à JP sobre o livro que está escrevendo: “tem textos de quando eu tinha 20 anos. Eu não estou querendo mostrar nada para ninguém. Não é um livro para ser ‘a’ escritora top. Não tenho essa prepotência”.


Isis Valverde aproveita para comentar sobre a atual fase da novela, “A gente está passando por uma fase em que todo mundo enjoa muito fácil. Glória Perez foi muito feliz em ter essa ideia [uma novela com vários protagonistas]. Foi ousada criativa e contemporânea”. Para ela, a novela não perdeu a essência folhetinesca, mas ficou muito parecida com a série que é paixão mundial, Game Of Thrones, – “aliás, a única série que me pegou. Eu grito, surto, tremo inteira, é ataque histérico, é a única paixão que eu tenho” – comparando o grande número de protagonistas, tanto na série como na novela, que isso torna os programas menos cansativos.


Sobre o quadro político em que o Brasil se encontra, a atriz lamenta a capacidade enorme que o País tem, mas que é desperdiçado. “As pessoas falam: artista não tá nem aí. Está sim. A gente também está sofrendo”. E lembra do tempo que ficou 6 meses estudando em Nova York: “Não quis mais ficar lá, juro. Eu não via a hora de sair, é uma bolha onde todo mundo tem uma bolha em volta de si”.


Além disso, Isis Valverde conta que há doze anos faz aulas particulares de filosofia, “Meu professor de filosofia fala que são duas Isis: a mulher sábia e a mulher jovem. Ele diz que na minha vida eu não tenho a maturidade que meus textos têm”, diz a atriz que gosta de construir seus personagens através do psicológico e que as aulas a ajudam muito. Ela também acredita muito no filósofo Kairos e no momento oportuno, “tem hora que dá aquela vontade de fazer ou dizer alguma coisa, mas não é o momento oportuno, e a gente faz e dá errado. Isso eu levo para a minha vida”.


 “A morte é a única certeza que a gente tem na vida e que ninguém aceita”, disse Isis, que está em cartaz no cinema com o filme “Malasartes e o Duelo com a Morte” e completou dizendo que acha saudável ter medo da morte, “se não a gente se atirava do primeiro parapeito depois de assistir Peter Pan”.  Hiperativa, a atriz que acaba de completar 30 anos conta que a idade trouxe muito entendimento e que tem sido mágico, “aprendi a dizer não, descobri que não vou agradar todo mundo mesmo querendo agradar”.  


A revista J.P. de setembro estará nas bancas de São Paulo no próximo dia 14.


 



 



 


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